terça-feira, 18 de julho de 2017

Os 3 Grandes "Buracos" do Nosso Orçamento Pessoal


Esses dias estava navegando aleatoriamente pela Blogosfera, pulando de blog em blog, lendo artigos muito interessantes, comentando em alguns, adicionando parceiros no meu blogroll, enfim, essas coisas que sempre fazemos e que é muito mais saudável do que acompanhar o feed do Facebook, Instagram, Snapchat, Whatsapp Status, Twitter, Linkedin, Google+, Orkut, MSN, mIRC, etc.

Nessa navegação, me deparei com um artigo muito interessante do blog Clube dos Poupadores, intitulado “Para onde vai 75% da sua renda”. Esse artigo faz uma análise crítica de uma pesquisa feita pelo IBGE entre 2008 e 2009 que aborda aspectos relacionados aos rendimentos, despesas e condições de vida do brasileiro. A pesquisa não é tão recente, então acredito que os números absolutos não são de muita valia, entretanto, os padrões de consumo em termos relativos não devem ter mudado tanto de lá pra cá.

A grande questão é que a pesquisa constatou que as famílias brasileiras gastam em média, 75% de sua renda em três rubricas: habitação (35,9%), alimentação (19,8%) e transporte (19,6%).

Essas três categorias de despesa são certamente as mais básicas de um cidadão comum. Para fechar o quadrilátero do que é essencial, eu adicionaria as despesas relacionadas à “Assistência de Saúde”, que a mesma pesquisa atestou que o brasileiro gasta, em média, 7,2% do orçamento nessa rubrica.

Para “validar” essa pesquisa resolvi fazer uma comparação com o meu orçamento mensal e, como previsto, as três categorias de despesa citadas (habitação, transporte e alimentação) são as que têm maior peso no meu orçamento, relativamente à minha renda líquida. O meu resultado foi o seguinte:

Despesas com Habitação: 26%
Despesas com Transporte: 6%
Despesas com Alimentação: 9%

À priori, estou com gastos bem abaixo da média brasileira, e olha que eu acho que tenho um padrão de vida muito bom e poderia ser bem mais frugal. Logicamente que o nível de renda influencia muito esses números, uma vez que esses percentuais tendem a ser mais pesados para as faixas menores de renda. Também tem a questão do custo de vida de cada cidade, quem mora no interior ou em capitais mais "baratas" (não é meu caso) tem vantagem nesse aspecto.

Para que você possa fazer levantamento semelhante, foram utilizados os seguintes parâmetros:

Habitação: Aluguel, prestação financiamento do imóvel, aluguel não monetário*, condomínio, IPTU, energia, telefonia (fixo e celular), TV, internet, gás, água, serviços domésticos (faxineira, passadeira, jardinagem, etc).
*Aluguel não monetário: para aqueles que tem imóvel próprio quitado, considera-se aluguel não monetário o valor que você pagaria caso você morasse de aluguel no seu imóvel. A ideia é que esse é o dinheiro que você está abrindo mão de ganhar por morar no seu imóvel.
Transporte: tarifas de transporte público de qualquer espécie (ônibus, táxi, metrô, uber, etc), combustível, aquisição de veículo (parcela de financiamento, por exemplo),  manutenção de veículo, IPVA, seguro veículo, DPVAT, estacionamento, viagens esporádicas (passagens aéreas e de ônibus).
Alimentação: todo tipo de alimento comprado para consumo dentro e fora de casa, ou seja supermercado, padaria, frigorífico, restaurante, lanches, bares, etc.

Analisando-se as despesas que se inserem dentro dessas categorias fica fácil perceber que é justamente nelas em que o brasileiro médio perde a mão no que concerne ao orçamento pessoal.

Morar em um imóvel mais robusto do que se pode pagar, ter empregada(s) doméstica quando não se pode dar esse luxo, esbanjar super pacotes de TV e internet, comprar um carro mais luxuoso do que seu orçamento permite (o que traz consigo o aumento de outros gastos como combustível e impostos), fazer super viagens para postar nas redes sociais, almoçar todo dia em restaurantes caros, comer fora de casa habitualmente por preguiça de cozinhar, etc.

Além de toda a tentação inerente a esses itens de consumo, o brasileiro muitas vezes é iludido por compras parceladas. Outro dia ouvi a conversa de dois vigilantes de onde trabalho e um deles comentava que a aquisição de determinado bem teria sido vantajosa pois ele ficou com "uma parcela boa". Ou seja, o cidadão pensa só na parcela que pagará mensalmente, sem se preocupar com o valor total que pagará pelo bem adicionando-se os juros.

Família brasileira comemorando a compra do carrão e a viagem pra Disney

Logicamente que não devemos cortar indiscriminadamente despesas relacionadas a habitação, transporte e alimentação, afinal quem não quer morar num lugar confortável, ter um carro que lhe satisfaça, e poder ir de vez em quando em bons restaurantes com amigos/namorada/esposa/filhos. Não acredito que ninguém sensato vá se mudar para a favela, andar 10 km a pé por dia para trabalhar, e comprar comida vencida só para economizar gastos. A questão é que esses gastos devem ser equilibrados com a realidade do orçamento pessoal de cada indivíduo, pois são essas despesas as grandes vilãs dos aportes!

Eu, por exemplo, acho que o meu gasto com habitação (26% da minha renda líquida) poderia ser menor, entretanto esse meu padrão atual está bom para mim. Não é nada luxuoso mas também não é humilde, é um patamar que me deixa muito satisfeito e está acima da média do brasileiro comum. Fazendo aqui uma simulação, caso eu necessitasse, conseguiria baixar esse percentual para 20% no curto/médio prazo, sem uma perda tão significativa de padrão de vida, mas não é algo que vejo necessidade de fazer.

E, logicamente, como destaquei nesse artigo, a diminuição dos percentuais de despesa em relação à renda pode se dar não só com cortes de gastos (que é geralmente uma solução mais fácil e imediata), mas também com o aumento de receitas.

E você, tem um orçamento equilibrado em relação à habitação, transporte e alimentação?

Abraços,


Ministro

31 comentários:

  1. Legal o post Ministro. Fez eu revisitar um post meu para fazer o comparativo: http://www.finansferas.com/2017/05/viver-com-50-do-salario-liquido.html. Gasto algo entre 17 a 18% com moradia. Alimentação e transporte eu teria que calcular, já que pago no cartão de crédito. Mas acredito que não passem de 20%. Chutando para cima devo gastar 40% nesses itens. Abraço.

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    1. E ai Finansfera!

      Considerando que esse três itens são os que mais pesam no orçamento em geral, você está com números muito bons!

      Abraços!

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  2. triste realidade! Gasto 50% nos três itens.

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    1. E ai Anon!

      Considerando que a média brasileira é 75% nesses três itens, você não está tão ruim, mas, certamente pode melhorar!

      Abraços!

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  3. Eu gasto 32% do meu Salário com "moradia".
    Entre aspas porque não moro no local, está alugado, e financiei em um prazo muito curto (6 anos) meu saldo devedor.
    Apenas 7% com Alimentação e também 7% com transporte.

    Fica ae como referencia hehehe

    Abraços

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    1. E ai Japa!

      Bom, já que esse imóvel está alugado, ele não entraria nos seus gastos de moradia, pois não é sua moradia mas sim um investimento seu, é como se fosse um FII de único cotista.

      Se o aluguel não cobre a prestação, diria que essa diferença seria melhor contabilizada como "despesa financeira" ao invés de uma "despesa de moradia".

      Para o cálculo correto, penso que você deve considerar apenas o imóvel onde reside.

      No mais os números de alimentação e transporte estão muito bons e certamente o de moradia vai baixar bastante fazendo esse ajuste!

      Abraços!

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  4. Ministro,

    O problema não é nem gastar os 26% com moradia, o problema maior é aumentar os gastos quando se tem aumento de renda. Se você gasta 26% com moradia e aumenta sua renda, consequentemente você já diminui esses 26% mas a maioria das pessoas após atingirem um padrão bom de vida e têm aumento de renda, acabam aumentando o padrão.

    Realmente para quem ganha menos, isso tudo pesa mais mas à mediada que aumenta a renda, essa porcentagem diminui.

    Abraço!

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    1. Olá B.P.M!

      Cara concordo com vc na questão de aumentar os gastos conforme aumenta a renda. Até fiz um post mostrando um jeito de poupar o aumento da renda, assim não elevando o padrão de vida.

      http://investidoringles.blogspot.com/2017/07/3-jeitos-criativos-de-economizar-dinheiro.html

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    2. E ai BPM!

      Você tem toda razão, a sacada é achar um padrão de vida satisfatório e ficar nele, mesmo com aumentos de renda.

      Eu já tive esse pensamento matrixiano de sempre que rolava um upgrade de renda eu já ia planejando como poderia gastar esse recursos excedente.

      Felizmente isso ficou pra trás, o foco agora é a independência e, quem sabe, a liberdade financeira!

      Abraços!

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  5. Fala Ministro!

    Cara o custo habitação representa quase 40% da minha renda! Pqp! Isso fazendo uma conta rápida aqui. Caracoles... Em breve farei um post mostrando minhas despesas e vou apurar melhor esse valor.

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    1. Que é isso Inglês!

      Seus gastos com habitação estão salgados hein, tá com percentual maior que a média do brasileiro.

      Aproveita esse levantamento orçamentário que você vai fazer e pensa se é possível reduzir esse valor. Certamente quando você postar suas despesas o pessoal vai dar umas dicas de onde você pode cortar.

      Abraços!

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  6. Muito boa postagem Ministro,

    Atualmente a minha taxa de poupança está em 50%

    Meus gastos estão assim: Habitação 17%, Transporte 3% e Alimentação 6%. Pretendo amortizar o financiamento imobiliário aos poucos com essa queda dos juros sendo que 8% da minha renda líquida é a parcela do financiamento.

    Acredito que terei um aumento de renda em breve mas não pretendo aumentar o meu padrão de vida.

    Grande abraço

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    1. E ai Aportador!

      Sua taxa de poupança está excelente! 50% também é minha meta, mas por enquanto estou brigando para fechar numa taxa de poupança de 40%.

      Seus gastos com os 3 itens básicos abordados no post estão muito baixos, com certeza isso é um dos principais fatores que estão impulsionando seus aportes!

      Abraços!

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  7. Bom post Ministro,

    As minhas despesas estão mais ou menos assim:
    Despesas com Habitação: 16,5%
    Despesas com Transporte: 9%
    Despesas com Alimentação: 3,5%
    Alguns meses variam, mas geralmente as despesas comem 30% do meu salário líquido.

    Abraços.

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    1. E ai Cowboy!

      Suas despesas relacionadas a esse 3 itens estão em um ótimo patamar. Isso reflete diretamente nos seus poderosos aportes!

      Abraços!

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  8. MI,

    Realmente, no Brasil esses gastos sao altíssimos, fruto também dos juros altíssimos cobrados pelos bancos na questão da habitação e os impostos refletidos nos transportes e alimentação.

    Abraços do BnA.
    Abraços

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    1. Pois é BnA...

      Viver no Brasil não é barato, é como naquele filme "onde os fracos não tem vez". Mas enquanto não viramos sheik árabe, vamos tocando nossa vida!

      Quando você estabilizar suas despesas por ai, faz um relato do percentual que esses itens "comem" do seu orçamento!

      Abraços!

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  9. Interessante Ministro.
    Tomando por base o mês anterior, temos aproximadamente 10,5% em moradia; 20% em transporte (anualizando os gastos, como seguro, impostos, manutenções, multas, etc) e 17%- "alimentação" (incluindo barzinhos, restaurantes q contabilizo como "lazer", ou seja, quando não é necessário - mas eu levo marmita para o trabalho).

    Ou seja, pode colocar ai 50% da renda nestes itens. É um valor um pouco alto, mas estão contabilizados alguns "luxos", cortando, da pra economizar uns 10% (da renda).

    Abc

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    1. E ai FPI!

      Você está com despesas de moradia bem baixas, uma das vantagens de morar com pais/parentes.

      Por outro lado as despesas com transporte e alimentação estão um pouco salgadas. A de transporte talvez seja um carro que você ainda está terminando de pagar, e prestações um dia acabam, mas a de alimentação é mais questão de mudar os hábitos.

      Vê se troca a BMW por um Onix e a lagosta por uma panelada! kkkk

      Diminuindo essas duas rubricas você poderá aproveitar muito mais, economicamente falando, o fato de morar com pais/parentes para fazer aportes muito mais fortes!

      Abraços!

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    2. Então Ministro, já troquei a BMW kkkk
      Falando sério, o veículo não tem mais prestações. É um carro de pouco menos de 50k, porém peguei em ótimas condições, pouco rodado, nunca batido. Comprei do parente, paguei um preço justo na condição do veículo, mas não precisei vender o meu carro antigo no desespero (que estava muito ruim, ou seja, com muitas manutenções e nada confiável) - acabou sendo uma troca acertada.

      Porém, nesse cálculo do carro estou considerando (anualizado): R$1500 IPVA (125/mês), R$ 3000 seguro (250/mês) (a pouca idade afeta imensamente), R$ 360 multas, R$ 1200 (120/mês) manutenção, R$200 (16,67/mês)limpeza (lavo o carro umas 4 vezes ao ano), R$5000 (83,33/mês)Combustível e R$1000 (83,33/mês)estacionamento.
      Esses valores são altos e não estão inclusos o transporte público que uso as vezes, não chega a R$ 100/mês.

      Considerando tudo, os R$ 1.100 ao mês, representa 18,5% da renda, pra ser preciso.

      Da alimentação, parei com a lagosta. KKKK...
      Bem, vamos lá, dá uns R$ 1000 ao mês, mas isso inclui as alimentações por lazer :D
      Eu tenho algumas restrições alimentares, que decorrem de alergias. Além disse já fui bem gordo, 20kg acima do que tenho hj. Portanto, busco comer um pouco melhor. Ex: whey protein pra suplementar a ingestão de proteína (R$ 120/mês), chocolates bons (85% e acima, sem soja, pouco carbo) - R$ 40/mês (PS: isso acaba sendo "barato". explico: 40 são 200g de chocolate, é muito caro, contudo é um chocolate que traz benefícios se consumido moderadamente. Eu gosto muito de doces. Se comprar esse chocolate, como 200g ao mês e eventualmente um ou outro bombom; se eu comprar aqueles lacta/nestle, cheios de açúcar, desencadeia um problema de compulsão por doces, acabo comendo 8, 10 barras de chocolate, gastando o mesmo valor e ingerindo muita porcaria), em casa quando a gente faz churrasco, rateamos os custos; como bastantes ovos (R$50/mês) e levo marmita praticamente todos os dias, porém sempre levo carne (vermelha, frango ou peixe); por questões religiosas, uma vez na quinzena tenho várias restrições alimentares, ai acabo gastando um pouquinho pra comer fora; e uns R$350-500 são pra restaurantes (todos os meses há confraternizações e/ou saídas com a mulher). Sim, gasto bastante nesta categoria, porém considero que faço a ingestão de bons alimentos. E parte desse valor vai pra casa, quando compro algo no mercado, não compro só pra mim, porque a recíproca existe :D

      Sei que poderia colaborar um pouco menos em casa e levar marmitas "mais simples". Isso geraria uma economia de uns R$300/mês. Porém, "pago" por alguma praticidade, já que saio de casa cedo, volto meia noite, e essa praticidade que pago, acaba valendo pois o tempo que me preocuparia com algumas coisas, estudo.

      Mas vou tentar reorganizar meu cardápio pra diminuir os custos.

      Abc

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    3. FPI,

      Estes são gastos justos. Não acho que diminuir o padrão de vida bruscamente a ponto de comer mal, perder tempo esperando transporte público ou utilizando carro velho que dá muita manutenção e não oferece segurança pra você e sua família sejam as maneiras mais inteligentes de economizar.

      Veja berm, você está falando somente de gastos com você mesmo e principalmente em prol da sua saúde! Absurdo ser diferente disso.

      Abraço!

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    4. Entendi seus gastos FPI, parecem razoáveis (apesar dos seus hábitos alimentareis peculiares kkk), como disse o BPM, não adianta ficar cortando no que é essencial e, principalmente, em coisas que não vão afetar tanto o orçamento.

      Conheço um cara que estava passando por dificuldades financeiras e estava almoçando Açaí pra economizar. Veja só, enquanto um PF decente custa uns R$ 12,00 o cara gasta uns R$ 7,00 com açaí, economizando assim uns R$ 120,00/mês. Ou seja, fode a saúde e economiza uma mixaria, a famosa "economia porca".

      Ademais, vendo seu detalhamento em relação ao transporte me levou até a fazer uma retificação nos meus cálculos, pois eu estava contando depreciação...vou tirar.

      Dessa forma, em relação ao transporte, usando os mesmos parâmetros que você, meus gastos ficam R$ 900,00/mês, um pouco menos de 6% da minha renda.

      Abraços!

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  10. Olá Ministro!

    Essa questão da ilusão do parcelamento é bastante interessante. Inclusive ontem eu estava vendo um vídeo que explicava porque nos EUA não existe parcelamento.

    A taxa de juros cobrada pelas operadoras de cartão lá é tão baixa (não chega a 1,5% por mês), que lá eles preferem pagar a vista no cartão e parcelar a fatura, ao invés de já fazer o parcelamento direto no momento da compra.

    Esse é um dos motivos de o Brasil ter uma taxa de juros tão alta. A demanda de crédito também é extremamente alta e a isso se soma o grande risco de inadimplência...

    Parabéns pelo post!

    Abraço!

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    1. Caramba, não sabia que o juros do cartão de crédito era tão baixo nos EUA, nada parecido com nossos quase 15% a.m.

      (meu deus, não dá pra pra entender como alguém se sujeita a pagar 15% ao mês, rentabilidade essa que suamos para auferir em um ano inteiro)

      Realmente crédito no Brasil é complicado, muito caro!

      Abraços!

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    2. Acrescente o fato de que alguns cartões de crédito fazem campanhas para que você vire cliente, dando $100, $200 ou $300 de bônus (sim, de dinheiro).
      Outros permitem que você parcele alguma dívida com eles por taxa 0% se o fizer em um curto período.
      Pensa se eu chorei muito quando descobri isso,,,

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  11. Fala Ministro, boa postagem!

    Realmente há alguns itens que são os vilões do nosso orçamento pessoal por diversos fatores sejam eles psicológicos ou pessoais.

    No meu caso está assim atualmente:

    Alimentação 17%
    Moradia 16%
    Transporte 7%

    E mais 17% para outros gastos como (farmácia, imprevistos, pequenos objetos do dia a dia etc).

    O resto vira aporte hehe.

    Abç

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    1. Fala Mestre!

      Seus gastos nesses três itens estão bem controlados, isso está permitindo que você faça bons aportes.

      Mas ainda acho que dá pra dar um segurada na alimentação hein, almoçar sushi todo dia não dá né kkkk

      Abraços!

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  12. OLá Ministro,

    Encontrei este artigo http://www.clubedospoupadores.com/educacao-financeira/trabalho-de-sisifo.html e lembrei desta sua postagem.

    Abraços!

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    1. E ai Aportador!

      Eu me baseei nesse artigo para escrever esse post, inclusive eu cito e "linko" ele lá no começo do texto!

      Abraços!

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  13. Olá Ministro.

    Gostei do blog, e da postagem. Não sei se é porque sou novo na blogosfera, mas tenho curtido bastante posts sobre controle orçamentário, minimalismos, vida frugal. Vocês que estão há mais tempo já devem ter lido de tudo já, hehehe

    Bom, tenho tido um controle rigoroso do orçamento desde que decidi mudar de "gastador para poupador", mas ainda não tinha aplicado porcentagens. Lendo sua postagem eu fui checar :P

    16% - Habitação (moro de aluguel, em cidade com custo de vida baixo)
    7% - Transporte (Carro popular simples, conservado, 1 lavagem por mês, 400 de gasolina mensal, e sem seguro, como expliquei nesse post: https://diariodefinancasonline.blogspot.com.br/2017/07/dicas-pra-quem-nao-pode-ou-nao-quer.html )
    16% - Alimentação (Tenho me esforçado de forma cavalar pra baixar aqui, já saí de 1500/mês (pasme!!!) pra 1150/mês, e sempre cada vez mais tentando baixar)

    Já adicionei na minha blogroll, vou acompanhar teu blog.

    Abração ;)

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    1. E ai DFO!

      Obrigado pelos elogios! Também sou relativamente novo na Blogosfera e com certeza temos muito a aprender e a ensinar, cada um com sua bagagem de vida!

      Seus gastos estão equilibrados, principalmente de habitação está bem baixo. Alimentação talvez esteja um pouco elevado, mas tudo é relativo né, é preciso balancear bem para não ficar cortando indiscriminadamente os prazeres da vida.

      Eu por exemplo gasto R$ 1.400/mês com alimentação (supermercado, restaurante, bares), poderia até reduzir esse valor, mas meu lazer é ir pra um restaurante com minha família ou barzinho com amigos, então não é algo que me vejo cortando nesse momento.

      Também vou te add no Blogroll!

      Abraços!

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