Faz tempo que não escrevo aqui, na verdade nem sei se alguém ainda lerá isso, de todo modo deixo registrada aqui a minha evolução patrimonial.
Desde que comecei a escrever esse blog, no começo de 2017, muitas coisas aconteceram, minha visão sobre investimentos e independência financeira amadureceu muito, mas não posso deixar de ser grato à essa comunidade que me abriu os olhos para esse maravilhoso mundo dos investimentos.
O PLANO DO MILHÃO
Em Maio/2017 eu fiz ESSE POST onde detalhei o meu plano para chegar ao meu primeiro milhão ao final de 2025. Vou colocar abaixo o gráfico que fiz lá naquele post
Meu Plano - Feito em 2017 - Para o Primeiro Milhão
Obviamente que essa é uma projeção simplista, feita apenas na base do cálculo de juros compostos, considerando as variáveis "aporte" e "rentabilidade" como estáveis, algo que, sabemos, não corresponde à realidade.
Na prática, coletando informações do TradeMap e fazendo alguns cálculos grosseiros, a minha rentabilidade foi de, em média, 2% ao mês, contra a projetada de 0,7%. O aporte previsto - de R$ 4.000 mensal -, no entanto, teve tendência de queda uma vez que os gastos só aumentaram, tanto pela inflação galopante como pelo aumento da família, e o salário permaneceu praticamente estagnado em todos esses anos.
Dessa forma é muito difícil que eu encerre 2021 com os cerca de R$ 560 mil planejado nesse gráfico acima, isso, contudo, não me impede de comemorar a proximidade com a marca simbólica dos R$ 500 mil de patrimônio.
A verdade é que nenhum plano sobrevive ao campo de batalha e que a busca do equilíbrio entre viver o presente e guardar pro futuro é muito mais complexa do que planilhas podem capturar.
MEU PATRIMÔNIO
Fato é que meu atual patrimônio é de R$ 482.942,19 divididos da seguinte forma:
Renda Variável: 36,2%
Renda Fixa: 34,5%
Imóvel de Renda: 26,7%
Criptomoedas: 2,6%
Para os próximos aportes a prioridade é aumentar a exposição em Bitcoin e investimento no exterior (que ainda tem uma alocação pequena na carteira).
Algumas ações que tenho em carteira tem me deixado um pouco desconfortável, como M. Dias Branco e Grendene, empresas muito dependentes de incentivos fiscais e que vem apresentando extrema dificuldade para crescer, cada uma por seus motivos.
Também estou incomodado com alguns FIIs que investi no comecinho, quando ainda não sabia de muita coisa, inclusive já me livrei de dois: FIGS e SPTW, dois lixos. Também estou refletindo sobre o FIIB e MFII. O imóvel do FIIB é excelente, mas mono-imóvel é complicado. Já MFII por ser um fundo de desenvolvimento tem um perfil de risco mais elevado, portanto a tendência é que eu reduza posição nele.









